terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

O poder de um Salvador vivo 13/30


A crucificação de Jesus é a dobradiça da história, o ponto de viragem em que o mundo inteiro será reconciliado com Deus ou rejeitar. Jesus pagou nossa dívida do pecado, e em suas próprias palavras, "está consumado".
Mas esse não é o fim da história. Isso é só o começo.
Isso é o que os discípulos de imediato, entender quando Jesus aparece a eles como eles estão amontoados em quartos escuros, atrás de portas fechadas, na clandestinidade, e em luto.
Por duas vezes, Jesus diz: "A paz esteja com você." (João 20:19, João 20:21) Não é apenas uma saudação, destinada a assustar-los fora de sua melancolia. É a promessa gloriosa que a paz de Deus, o bem-estar maravilhoso que Deus falou quando Ele declarou sua criação "bom", tem sido dada a eles e para nós.
Tendo ressuscitou Jesus dos mortos, o poder de ressurreição do Espírito Santo, passa para os discípulos e para nós, pela palavra de alento do próprio Jesus.
Jesus não subir imediatamente para o seu trono celeste ter feito seu trabalho "sujo", deixando-nos a cuidar de nós mesmos, como portador de uma promessa de voz e os mensageiros de um perdão puramente jurídica.
Não. A graça peculiar de Deus em Jesus, o Emanuel, "Deus conosco", é muito mais do que isso. Ele era totalmente Deus e totalmente homem, capaz de carne humana a simpatizar em nosso sofrimento e tentação.
A gloriosa graça de Deus é que Seu poder está no nosso espírito, onde Ele está sempre conosco. É por isso que, nele, temos a "paz", porque temos o Seu poder para realizar tudo o que Ele nos pede para fazer em seu nome. "Como o Pai me enviou," Jesus nos diz: "Mesmo assim eu vos envio a vós." (João 20:21)

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